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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

IV Congreso Internacional de Educación Artística y Visual. CONTRIBUCIONES DESDE LA PERIFERIA

Jaén (España), 19 al 21 de abril de 2012

Presentación

El conocimiento se nos ha vendido desde un enfoque euro-centrista, con un discurso homogeneizador, un pensamiento único e impuesto en un modelo económico globalizado y con un solo interés, el mercado. Tampoco el arte se ha salvado de esta mirada limitadora dejando fuera de su campo visual, lejos de su interés, realidades menores, marginales, excéntricas… a veces, simplemente, distintas, solo tolerables en su condición de irreductible “otredad”. Muchas de estas realidades habían permanecido “ocultas”, “evitadas” pero hoy muchas de las “minorías” han adquirido la capacidad de la auto-representación que las ha hecho algo más visibles.

Más allá, tenemos que mirar y ver la realidad con ojos heterodoxos, creativos e innovadores para vencer la invisibilización de todo lo que se sale los centros de poder. Tenemos que luchar por el cambio de mirada que nos traiga el giro epistemológico necesario, que identificando y defendiendo los diversos intereses nos ayude a apostarnos en los márgenes, en la órbita de la periferia desde la que ser capaces de cuestionar estructuras y ser capaces de actuar desde la responsabilidad social y favorecer la circulación de un pensamiento, un arte, un conocimiento diverso y enriquecedor.

En esta ocasión queremos ofrecer un espacio de discusión donde seamos capaces de vernos hasta qué punto somos estructura consciente o masa mediatizada, y hasta qué punto nos hemos entendido como parte de una sociedad a la que debemos aportar desde el arte y su ámbito educativo con prácticas desarticuladoras de este “mercado global” en cuya órbita ya estamos todo el mundo lo queramos o no.

La filosofía de la periferia, para nosotros, es la filosofía que flexibiliza la mirada, la que nos hace crecer para abarcar más. Si la filosofía de los centros de poder no es otra cosa que una ontología que enuncia una mismidad, la filosofía de la periferia es la de la otredad, la de las otras realidades, de las que se ocultan, de las que se evitan, de las que no se ven.

Tengamos el valor de mirar si nos hemos convertido, sin darnos cuenta, al convencionalismo y a “rogar nuestra aceptación social”. Tengamos el valor de comprobar que no hemos entrado ni en la élite de los excéntricos ni en el saco de los que miran el dedo que señala la luna.

Seamos radicales y saquemos el arte y su educación de los mecanismos estancos y llevémoslo al activismo periférico que facilita el movimiento de pensamiento y el intercambio cultural.

Seamos radicales en nuestra manera de entender el arte, no porque seamos modernos sino porque tenemos el valor de cuestionar las inercias del poder.

Seamos radicales cuando pensemos nuestra participación-acción en la sociedad.

Seamos radicales cuando pensemos nuestra responsabilidad profesional.

Tópico y líneas temáticas del congreso: 

APORTACIONES DESDE LA PERIFERIA
  1. La politización de las culturas
  2. Visibilización de grupos de no poder, minorías, excluidos, etc.
  3. Intervención artística y reconstrucción social
  4. Otra didáctica, otra pedagogía
http://www.educacionartistica.es/presentacion.html

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Apoio a projetos de intercâmbio: MinC reativa política pública que viabiliza viagens

Desculpem divulgar isto em cima da hora, mas é assim que as coisas acontecem...
Finalmente está no ar, de novo, depois de quase um ano de espera, o edital do Programa de Intercâmbio e Difusão Cultural do MinC. Por ele é possível viabilizar viagens para participação em eventos no Brasil e no exterior, como congressos, seminários ou até mesmo cursos e residências. Só que as inscrições para viagens em fevereiro e março encerram amanhã. CORRE!
http://www.cultura.gov.br/site/2011/11/25/programa-de-intercambio-e-difusao-cultural-51/

Eu ao lado de Inês Salpico e Ricardo Reis, na mesa Arte e Cidade do
I Fórum de Intercâmbio Cultural: Lisboa – Porto Alegre - 2010,
viagem em parte financiada pelo programa do MinC

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Despedida de Tallinn: últimas andanças pela cidade


Num friozinho sacana, com um vento cortante, uma boa caminhada pelas ruas de Tallinn, em Pirita Tee, rumo ao Parque Kadriorg, para ver o Museu Kumu de arte contemporânea estoniana.

terça-feira, 26 de abril de 2011

Notícias do outro lado do mundo!

Oi Pessoal!

Já estou viajando há três dias e tava devendo um post desse início de viagem... o problema é que eu pretendia fazer um superdiário de viagem em forma de vídeo, como tenho feito aqui no blog, porém a internet aqui do hotel não me permite... sempre que tento subir os vídeos dá erro. Vou tentar fazer vídeos mais curtos, que resultem em arquivos menores, para poder mostrar ainda durante a viagem as belezas e curiosidades de Tallinn e do evento que vim participar, o Eksperimenta!.

Bom, chega de papo furado. Saí de Porto Alegre no sábado, meu vôo era o das 11:02, da TAM mas operado pela Pantanal Linhas Aéreas. Tudo tranquilo, vôo ótimo, saiu no horário, avião confortável e bom serviço.

Ao chegar em SP, no aeroporto de Congonhas, fui recepcionado pelo meu amigo Fabiano Ramos Torres, filósofo, professor de escola pública na periferia de SP (Itaquera), escritor e que está terminando o mestrado em Filosofia da Educação na USP. Foi muito bom ser recebido pelo Fabiano, pois não tenho sido recepcionado em aeroportos ultimamente. Isso faz a pessoa se sentir valorizada. E também por que o Mathias, amigo há mais de 30 anos, que vivia em Lisboa até o ano passado, estava viajando para o Rio. Assim, em vez de ficar hospedado na casa do Mathias, mas sozinho, fiquei hospedado no apê do Fabiano, na zona leste, em Itaquera. Foi uma experiência marcante conhecer a periferia leste de SP, com seus 2 milhões de habitantes. Eu e o Fabiano alinhavamos uma série de projetos, sendo um deles um curso em Porto Alegre, no segundo semestre.
No dia 24, domingo, aprendi como chegar ao aeroporto de Guarulhos de forma barata! Pega-se o metrô até a estação Tatuapé, onde se pega o ônibus para Guarulhos. Metrô R$ 3 + ônibus R$ 4 = chegar em Guarulhos por R$ 7. Voei às 18:25, num vôo da Lufthansa. Serviço impecável e avião muito confortável, recomendo! A escala em Frankfurt foi penosa, pois foram três horas de espera num aeroporto muito movimentado, com poucos lugares disponíveis para sentar e banheiros muito pequenos. Mas tinha café grátis  nuns quiosques da Lufthansa e comida a preços acessíveis, como um sanduíche a € 2, super democrático.

Após essa espera, o embarque foi o mais tranquilo que já vi, com um sistema todo automatizado, onde o passageiro somente encosta o cartão de embarque no leitor ótico e um portãozinho se abre para o corredor que leva ao avião.

Ao chegar em Tallinn, o aeroporto pequeno, com cara de ambiente familiar, chão de taboão, quentinho, me fez relaxar bastante. Peguei um ônibus que me deixou no centro, ao custo de € 1 (!!) e tive que caminhar mais uns 15 minutos até o hotel. Mas foi tranquilo. O hotel Tallink Express, que foi pago pela organização do Eksperimenta!, é ótimo, superconfortável e tem bons preços.

Hoje participei do juri internacional que selecionou os trabalhos premiados no Ekperimenta!. Foi árduo pois são muuuuitos trabalhos ocupando três andares no Song Festival Grounds e mais três salas em um Museu. Mas foi bem interessante, pude conversar bastante com as colegas juradas, uma aqui da Estônia e outra da Finlândia. Foi importante ouvir suas opiniões e entender o que é que o pessoal aqui do Norte/Leste europeu valoriza na arte e na educação. Certamente uma experiência única de intercâmbio de idéias. Passamos umas três horas juntos deliberando para podermos decidir. Amanhã, durante a cerimônia de abertura do evento, os prêmios serão entregues.

Bem, por ora era isso. Nos próximos dias seguirei algumas dicas enviadas pelo meu amigo Alexandre Capellari, que vive em Helsinqui e que costuma vir com frequência à Tallinn.

Abaixo algumas fotos de trabalhos que me chamaram a atenção na mostra internacional de arte estudantil Eksperimenta! 2011.

terça-feira, 13 de julho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

quarta-feira, 23 de junho de 2010

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Cá e lá: longe ou perto?

Um artista e uma jornalista, ambos do sul do Brasil, vêm à Lisboa com o intuito de coletar material para uma produção autoral. A proposta consiste em apresentar uma visão poética sobre as potencialidades e peculiaridades de Lisboa (Portugal) e de Porto Alegre (Brasil), traçando paralelos e cruzamentos entre estas duas capitais pelo viés social. O diálogo com os moradores será o ponto de partida para a construção artística que resultará num livro, composto de textos, fotos e ilustrações.

Todas as fotos feitas pela minha amiga e parceira de projeto Carmen Marangoni.

Estádio da Luz, jogo do Benfica contra o Belenenses: 1x0 para o time da casa. Muito giro!

Eu diante do túmulo do Camões, na capela do Mosteiro dos Jerônimos.

Detalhe do teto da Capela do Mosteiro dos Jerônimos, com suas abóbadas de nervuras, lindo!

Eu num passeio de autocarro por Lisboa, a caminho de Belém, num belo domingo ensolarado, de 11 graus de temperatura.

Com meu amigo Ricardo Reis e sua namorada Cristina, após degustarmos deliciosas amêijoas e percebos. O coelho com tempero alentejano estava ótimo também.

Casa da América Latina ao fundo, onde reencontrei uma pessoa querida que me apoiou muito em Lisboa, a Maria Xavier.

Interior do Palácio do século XVII, sede do IADE Chiado Center, onde ministrei um curso sobre a arte contemporânea brasileira em 2009.

Curtindo um dos tantos e belos mirantes de Lisboa, esse no Bairro Alto, voltado para o Castelo de São Jorge.

Andando pelas ruas de Lisboa, curtindo um solzinho...

Lagarteando... só faltou o chimarrão.

No bar Clandestino, onde se come um choriço assado na hora, na mesa, pelo cliente... A minha queimou um pouquinho...

Passeio pela baixa, centro de Lisboa, próximo à Praça do Comércio.

Na Cerca Moura, apreciando a vista do tejo.

Bonitão?