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sábado, 24 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Lisboa, cidade democrática: festa na praça!
Um abraço pro Béco, pro Leandro Machado e pro Rodolfo Ribas!
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domingo, 18 de julho de 2010
Visita ao Centro Cultural Belém, em Lisboa: Gêmeos, Kosuth e muito mais!
A exposição dos Gêmeos no CCB ocupa duas grandes salas, onde se encontram três grandes instalações, como esta que vemos na foto acima, que ocupam toda a parede que deve ter uns 10 metros de altura. As peças são formadas por muitos objetos velhos (parecem coisas encontradas na rua ou compradas em "bric") e por objetos, pinturas e desenhos feitos pelos artistas. A tensão entre "o que é da rua" e "o que é do museu" é constante. Visitei a exposição junto com meu amigo Ricardo Reis, que é um pesquisador da Arte Pública e passamos o tempo todo percebendo e discutindo essas questões de público e privado, da manifestação artística própria das ruas e da institucionalização das manifestações artísticas. Foi giro! Abaixo há um vídeo mostra melhor do que as fotos.
"Restaurante Mula Sem Cabeça: comida 24 horas aqui - Grátis!"
Quem já me ouviu falando sobre arte por aí, em aulas, palestras, conferências e formações de professores, sabe que eu gosto muito do trabalho do Joseph Kosuth, como um exemplo da vertente norteamericana de Arte Conceitual. E qual não é a minha surpresa quando entro no CCB ontem, para ver a exposição dos Gêmeos, e descubro que há uma exposição entitulada Algumas Obras a Ler (coleção Eric Fabre), onde há vários trabalhos do Kosuth e do Art and Language. Confesso que os trablahos do Art and Language me soaram um tanto cansativos, com imensos textos em inglês, mas muitos deles interessantes para quem tem tempo e paciência. Já os do Kosuth foram para mim puro deleite, apesar de ter alguns cansativos também por conta do excesso de texto e dos mecanismos complexos que a obra exige para sua compreensão. Abaixo estão os três que elegi para compartilhar com vocês. Preciso dizer (pedindo desculpas) que a minha câmera é bem ruinzinha e não se podia usar flash. Então as fotos estão do jeito que foi possível.
Joseph Kosuth, Four Colors Four Words, 1966.
Joseph Kosuth, Four adjectives, a description, 1965.
Joseph Kosuth, Uma e três sombras, 1965.
Alexander Calder, Black Spray, 1956.
Carolina Caycedo, Ni Dios, ni patrón, ni marido, 2007.
Carolina Caycedo, Mulheres felizes e rebeldes, 2010.
Não conhecia essa artista, e gostei do trabalho. Cem por cento feminista. Tem alguma relação com o trabalho da Jenny Holzer, cujo vídeo abaixo mostra uma peça exposta no CCB, na mostra O social na Coleção Berardo.
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quinta-feira, 15 de julho de 2010
Formação de Professores em Lisboa
Fui convidado pelo meu amigo Ricardo Reis a participar ontem, na Escola Básica Integrada Quinta de Marrocos, na freguesia de Benfica, de um encontro de formação de professores. Os participantes eram, em sua maioria professores de arte ou de cultura visual ou de expressão. Fui convidado a falar sobre a 7ª Bienal do Mercosul e seus projetos curatorial e pedagógico. Apresentei duas ações que me marcaram muito como professor e como artista: Mapas Práticos e Programa de Residências - Artistas em Disponibilidade. A tarde com esse grupo foi extremamente agradável e me paraceu, pelas perguntas e comentários, que os professores portugueses se interessaram muito pela Bienal do Mercosul.
Para maiores informações sobre a 7ª Bienal do Mercosul, ocorrida em 2009, acesse:
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quarta-feira, 14 de julho de 2010
Evento realizado em Lisboa: I Fórum de Intercâmbio Cultural
Aconteceu na última segunda-feira, 12 de julho de 2010, o Fórum de Intercâmbio Cultural: Lisboa/Porto Alegre - Arte, Literatura e Música Iberoamericanas. O evento é parte das atividades do projeto Cá e Lá: Longe ou Perto? e teve lugar na Livraria Ler Devagar, contando também com o apoio da Casa da America Latina, da Organização dos Estados Iberoamericanos e da escola de escrita Escrever Escrever.
As atividades começaram às 16h com a oficina Escrever para não ser apagado, onde os participantes foram estimulados a realizar um exercício de escrita livre sobre alguma situação, experiência ou reflexão acontecida em Lisboa. Na parte final, cada um que se sentiu à vontade leu seu escrito para os demais, realizando o tipo de compartilhamento e intercâmbio de vivências que o projeto Cá e Lá: Longe ou Perto? busca como parte do seu processo criativo.
Em seguida iniciaram-se as conferências, às 18h. A primeira mesa, sobre Literatura e Cidade, contou com a participação de Luis Serguilha, poeta e ensaísta com 12 livros publicados, sendo 3 deles no Brasil, e de José Mário Silva, que lançará seu mais recente livro na próxima Feira do Livro, em Porto Alegre. A mediação foi da jornalista e escritora Carmen Marangoni.
À essa mesa, seguiu-se a que abordou as relações entre Arte e Cidade, onde eu fui um dos conferencistas, ao lado do meu grande amigo Ricardo Reis, professor de arte, formador de professores e pesquisador. Essa mesa foi brindada com a mediação da minha querida amiga, a arquiteta e performer (formada no Brooklyn College, New York!) Inês Salpico. No início desta mesa foi apresentada pela primeira vez a videoperformance EURO, realizada em Lisboa em 2009, criação coletiva em que participaram, além de mim, a Inês e a Andrea Matte, atual Diretora de Relações Internacionais e Cooperação Externa da Secretaria de Cultura de El Salvador.
Ao final do evento, para o prazer de todos, a música e a poesia tomaram conta do ambiente, durante o Sarau Literário. Foram lidos trechos de Caio Fernando Abreu, Fernando Pessoa, Adélia Prado e José Mário Silva, entre outros. E, além de mim, tocaram suas canções os compositores João Coração, de Lisboa, e Luiz Gabriel Lopes, de Belo Horizonte, que encantou a todos com seus belos acordes e voz afinada.
É importante dizer que esse evento, singelo mas de muito proveito para os participantes, só pôde acontecer e ter o clima agradável que teve, graças ao esforço da minha amiga Maria Xavier, coordenadora de programação e comunicação da Casa da América Latina, e de sua assistente Diana Lopes, do apoio técnico do Ricardo Kroeff, gentilmente cedido pela Conceição Garcia, da Escrever Escrever, e da boa vontade, bom humor e simpatia do José Pinho, este empreendedor da cultura, dos livros, que criou este espaço único, sofisticado sem ser arrogante e que tem o encanto das letras sem ser demasiado acadêmico. Obrigado José por nos ceder sua estrutura.
Quem me conhece vai entender minhas palavras ao dizer que esse evento foi mágico!
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terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Vídeoperformance: EURO
Euro, Lisboa, 2009.
Videoperformance concebida coletivamente por Inês Salpico, Andrea Matte e Estêvão Haeser.
Fotografia: Andrea Matte
Captação do áudio: Inês Salpico
Texto: Estêvão Haeser
Agradecimento especial à querida amiga Paula Naia que cedeu o espaço no Palácio Marques do Pombal (prédio do século XVIII, sede do IADE CHIADO CENTER, em Lisboa).
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domingo, 11 de julho de 2010
sábado, 10 de julho de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Novo do Woody Allen

Na chuvosa noite de segunda feira em Lisboa, a programação escolhida foi ir ao cinema. Faço aqui no blog a sugestão: o novo filme de Woody Allen é imperdível. Divertido, descontraído e otimista, apesar do protagonista ser totalmente pessimista e passar o filme todo sendo sarcástico. Fica a dica, que, se não é de educação necessariamente (acredito que seja), é, certamente, de cultura e de arte.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Cá e lá: longe ou perto?
Um artista e uma jornalista, ambos do sul do Brasil, vêm à Lisboa com o intuito de coletar material para uma produção autoral. A proposta consiste em apresentar uma visão poética sobre as potencialidades e peculiaridades de Lisboa (Portugal) e de Porto Alegre (Brasil), traçando paralelos e cruzamentos entre estas duas capitais pelo viés social. O diálogo com os moradores será o ponto de partida para a construção artística que resultará num livro, composto de textos, fotos e ilustrações.
Todas as fotos feitas pela minha amiga e parceira de projeto Carmen Marangoni.
Com meu amigo Ricardo Reis e sua namorada Cristina, após degustarmos deliciosas amêijoas e percebos. O coelho com tempero alentejano estava ótimo também.
No bar Clandestino, onde se come um choriço assado na hora, na mesa, pelo cliente... A minha queimou um pouquinho...
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